O contador de porta
Promete: saber quantas pessoas entraram e calcular a conversão.
Na prática: conta cabeças na entrada. Não diz por onde o cliente andou, onde parou, nem por que saiu de mãos vazias.
Zonas quentes e frias antes da reforma — sem instalar uma única câmera.
O mercado vende contador de porta, câmera no teto e relatório mensal em PDF: todos mostram o passado do layout que você já tem. O TANGARÁ coloca milhares de clientes virtuais andando na planta da sua loja e mostra onde o olhar e o dinheiro param — e onde morrem — antes de você mover uma arara.
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O problema
A maioria das soluções do mercado pede câmera nova, sensor no teto e meses de coleta — e no fim entrega um mapa do layout que você já tem. Ela diz por onde o cliente andou. Não diz por onde ele andaria se você mudasse a loja. E é exatamente essa a pergunta que custa caro. Compare.
Simulação ao vivo
Isto não é um vídeo nem um GIF: é uma simulação baseada em agentes rodando agora, no seu navegador. Uma loja de moda de 600 m² com Feminino, Masculino, Jeans, Acessórios, Novidades, Liquidação, provadores e caixa. Cada ponto é um cliente com perfil próprio — e o piso esquenta por onde ele passa. Mude o layout em “E se…?” e veja o mapa se redesenhar.
E se…?
Conversão
—
visitantes que compram
Área fria da loja
—
piso quase sem passagem
Tempo na loja
—
média por cliente
Venda perdida na fila
—
clientes que desistiram
Demonstração simplificada, com parâmetros ilustrativos de uma loja de moda. No projeto real, o TANGARÁ é modelado sobre a planta, os setores e o perfil de cliente da sua loja — sem câmera e sem obra.
O que entregam por aí
Antes de chegar até nós, quase todo gerente de VM já pagou por pelo menos uma delas. Todas prometem “entender o cliente”. Todas falham no mesmo ponto: não deixam você testar o layout antes de mexer nele.
Promete: saber quantas pessoas entraram e calcular a conversão.
Na prática: conta cabeças na entrada. Não diz por onde o cliente andou, onde parou, nem por que saiu de mãos vazias.
Promete: o mapa de calor “real” da sua loja.
Na prática: câmera e sensor novos, obra no teto, imagem de cliente para armazenar e meses de coleta — para receber o mapa do layout que você já tem.
Promete: anos de experiência de quem conhece a loja.
Na prática: a arara muda de lugar porque “parece melhor”, ninguém mede antes e depois, e a próxima coleção repete o erro.
Promete: as boas práticas do varejo num modelo pronto.
Na prática: a planta é de outra loja, com outra entrada e outro público. A regra genérica vira obra cara no seu metro quadrado.
Feito sobre a sua planta, com os seus setores, expositores e barreiras físicas. Nada de loja padrão.
Agentes parametrizados com conversão, velocidade, sensibilidade a promoção e perfil de cliente da sua operação.
Teste mil layouts antes de mover uma arara — e leve para a obra só o que venceu no mapa.
Como funciona por dentro
Sua equipe não instala nada e não escreve uma linha de código. Mas quem aprova a reforma precisa saber que, por trás das cores, existe ciência de verdade.
Planta baixa, setores, expositores, entradas e caixas viram o gêmeo digital — com as barreiras físicas da sua loja.
Milhares de clientes virtuais, cada um com perfil, velocidade, chance de compra e sensibilidade a promoção.
Zonas quentes e frias, tempo de permanência por arara ou gôndola e o caminho real que o cliente faz.
Mude o layout com um clique e veja o novo mapa em minutos, com conversão e faturamento em reais.
O que muda na loja
Você para de adivinhar onde o cliente vai e passa a decidir com o mapa na mão — antes do caminhão de obra encostar na porta.
Uma reforma mal planejada custa muito mais que o software. O TANGARÁ mostra se a nova planta resolve — ou só muda a área fria de lugar.
Descubra os corredores que ninguém visita, puxe o fluxo para eles e transforme metro quadrado esquecido em compra por impulso e ticket maior.
Com o mapa em mãos, o ponto extra na zona vermelha tem preço. O fornecedor que quer o melhor lugar da loja passa a pagar por ele.
Quanto tempo o cliente fica diante de cada arara, mesa ou gôndola — e quais delas ele só atravessa sem olhar.
Perguntas que o TANGARÁ responde · e de onde vêm os dados
De 100 m² a 5.000 m²
Não existe planta universal. Por isso cada loja ganha o próprio modelo virtual — com as âncoras, os corredores e o cliente daquele endereço.
Provador, araras e mesa de novidades no lugar certo — e a liquidação trabalhando a seu favor.
E se o provador for para o fundo?Equilibre âncoras como padaria e açougue e elimine os corredores mortos.
E se a padaria for para o fundo?Velocidade no caixa e compra por impulso em poucos metros quadrados.
E se o checkout andar dois metros?Corredor de dermocosméticos, balcão e autoatendimento no fluxo certo.
E se o balcão for para o centro?O retorno
O TANGARÁ custa menos que uma única reforma mal planejada — e costuma se pagar na primeira obra que ele evita ou redesenha.
Clientes virtuais por cenário
Cada um com perfil próprio, andando pela sua planta, respeitando cada parede, arara e gôndola.
Câmeras e sensores instalados
Nada de obra no teto, fiação nova ou imagem de cliente para guardar. A operação da loja não para.
Da planta é a sua
O modelo nasce da sua loja — não de um manual. Por isso a resposta vale para o seu cliente, e não para a média.
Perguntas frequentes
A sua experiência continua sendo o ponto de partida — o TANGARÁ escala essa experiência com precisão matemática.
Ele enxerga micropadrões e gargalos que ninguém percebe do balcão: a mesa que todo mundo contorna sem olhar, o corredor que só é atravessado, a fila que espanta cliente no horário de pico.
Ele identifica as zonas frias e redireciona o fluxo para elas. Mais metros quadrados trabalhando significam mais compra por impulso e ticket médio maior.
De quebra, você ganha argumento para negociar com a indústria: o ponto na zona vermelha passa a ter preço.
Não. Essa é justamente a diferença para as soluções de prateleira. A simulação roda em ambiente virtual, nos nossos servidores, a partir da sua planta baixa e dos seus dados operacionais.
Nenhuma fiação, nenhum equipamento no teto, nenhuma interrupção da operação.
Os agentes seguem regras de comportamento parametrizadas com dados do mundo real — taxa de conversão esperada, velocidade de caminhada, sensibilidade a promoção e perfil de cliente — e respeitam cada barreira física da loja.
É a mesma família de métodos usada para planejar aeroportos, estádios e estações de metrô.
Compare com o custo de uma única reforma mal planejada: obra, loja parada, estoque mal exposto e a coleção inteira vendendo menos.
O TANGARÁ custa uma fração disso — e mostra o resultado antes de o primeiro tapume subir.
A indústria já negocia com dados. O que normalmente falta é o varejista ter os dele.
Com o mapa de calor e o tempo de permanência por expositor, a conversa sobre ponta de gôndola, ilha e ponto extra deixa de ser opinião e passa a ter número.
Sim. De uma loja de conveniência de 100 m² a um hipermercado de 5.000 m², cada loja ganha o próprio modelo virtual.
Na loja pequena, o foco costuma ser velocidade no caixa e impulso; na grande, eliminar zonas mortas e equilibrar as âncoras.
Última chamada
Em 30 minutos olhamos a sua planta, escolhemos a mudança de layout que mais tira o seu sono e mostramos como o mapa de calor de loja para o varejo da Yby Marã responderia — com a sua loja, e não com a de um manual.
Quem conduz a sua demonstração
Os mesmos que desenham o modelo da sua operação e o gêmeo digital da sua loja. Escolha com quem prefere falar.
Brochura com os cases técnicos
Como o modelo é construído, o que entra nele e os mapas de calor de operações reais de varejo.
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